Passou o Carnaval, não tem mais desculpa: hora de começar o ano
As noites excessivamente quentes estão de volta. Às 21 horas, comecei a ler um livro do poeta Ivan Junqueira. Às 21h15, encostei o volume para pensar melhor sobre alguns versos que acabara de ler. Quando me dei conta, já conversava com a minha colcha no universo fantástico dos sonhos. A língua que usamos? Alguma coisa entre francês e colchês, macio musical melodramático. 1h18. Acordei meio perdida. Calor demais para dormir, tarde demais para fazer qualquer coisa séria. Hora de apertar o botão azul do computador (plin plin plin, anuncia o Windows Vista) e escrever, escrever sobre qualquer coisa, só porque eu não posso parar de escrever – embora não o tenho feito nos últimos dias e, por esse motivo, venho me torturando. Uma notícia mais do que velha: o Palmeiras desencantou no Campeonato Paulista. Talvez seja precipitado demais afirmar isso, mas as vitórias se tornaram tão escassas desde o final do ano passado que vencer o clássico era algo no qual eu não apostaria meu rico dinheir...