Passou o Carnaval, não tem mais desculpa: hora de começar o ano
As noites excessivamente quentes estão de volta. Às 21 horas, comecei a ler um livro do poeta Ivan Junqueira. Às 21h15, encostei o volume para pensar melhor sobre alguns versos que acabara de ler. Quando me dei conta, já conversava com a minha colcha no universo fantástico dos sonhos. A língua que usamos? Alguma coisa entre francês e colchês, macio musical melodramático.
1h18. Acordei meio perdida. Calor demais para dormir, tarde demais para fazer qualquer coisa séria. Hora de apertar o botão azul do computador (plin plin plin, anuncia o Windows Vista) e escrever, escrever sobre qualquer coisa, só porque eu não posso parar de escrever – embora não o tenho feito nos últimos dias e, por esse motivo, venho me torturando.
Uma notícia mais do que velha: o Palmeiras desencantou no Campeonato Paulista.
Talvez seja precipitado demais afirmar isso, mas as vitórias se tornaram tão escassas desde o final do ano passado que vencer o clássico era algo no qual eu não apostaria meu rico dinheirinho. Não que o São Paulo esteja muito melhor do que o neurastênico verde, só não lembro mais como é ganhar. Ganhar com folga, então, nem sabia mais que isso existia. Parei de esperar qualquer coisa do meu time, apesar de continuar acompanhando a tabela do campeonato rodada após rodada com uma secreta esperança de vencer pelo menos os times da zona de rebaixamento.
Na semana passada, quando Muricy foi demitido, me cocei para vir postar minha alegria. Oras, ter um técnico bambi foi humilhação demais, nunca o aceitei. Deu no que deu, nada de Libertadores em 2010. Finalmente me vi livre do baixinho, exultei, mas o momento de escrever passou, e ficou por isso mesmo.
Hoje não pretendia escrever exatamente sobre futebol. Só uso o assunto como deixa para dizer que, se o Palmeiras lembrou o caminho do gol (contra todas as expectativas, diga-se de passagem), eu também posso voltar a colocar o Word na listinha de programas mais executados do Antônio Cândido, meu computador (ver “Nomes de filhos hipotéticos”).
Em breve voltarei com assuntos menos euzísticos, da mesma forma que o Palmeiras deve fazer bonito quinta-feira contra o Flamengo do Piauí – jogo da Copa do Brasil, para quem estranhou o nome do rival. Quem viver verá.
Hora de enfrentar a cama suarenta.
1h18. Acordei meio perdida. Calor demais para dormir, tarde demais para fazer qualquer coisa séria. Hora de apertar o botão azul do computador (plin plin plin, anuncia o Windows Vista) e escrever, escrever sobre qualquer coisa, só porque eu não posso parar de escrever – embora não o tenho feito nos últimos dias e, por esse motivo, venho me torturando.
Uma notícia mais do que velha: o Palmeiras desencantou no Campeonato Paulista.
Talvez seja precipitado demais afirmar isso, mas as vitórias se tornaram tão escassas desde o final do ano passado que vencer o clássico era algo no qual eu não apostaria meu rico dinheirinho. Não que o São Paulo esteja muito melhor do que o neurastênico verde, só não lembro mais como é ganhar. Ganhar com folga, então, nem sabia mais que isso existia. Parei de esperar qualquer coisa do meu time, apesar de continuar acompanhando a tabela do campeonato rodada após rodada com uma secreta esperança de vencer pelo menos os times da zona de rebaixamento.
Na semana passada, quando Muricy foi demitido, me cocei para vir postar minha alegria. Oras, ter um técnico bambi foi humilhação demais, nunca o aceitei. Deu no que deu, nada de Libertadores em 2010. Finalmente me vi livre do baixinho, exultei, mas o momento de escrever passou, e ficou por isso mesmo.
Hoje não pretendia escrever exatamente sobre futebol. Só uso o assunto como deixa para dizer que, se o Palmeiras lembrou o caminho do gol (contra todas as expectativas, diga-se de passagem), eu também posso voltar a colocar o Word na listinha de programas mais executados do Antônio Cândido, meu computador (ver “Nomes de filhos hipotéticos”).
Em breve voltarei com assuntos menos euzísticos, da mesma forma que o Palmeiras deve fazer bonito quinta-feira contra o Flamengo do Piauí – jogo da Copa do Brasil, para quem estranhou o nome do rival. Quem viver verá.
Hora de enfrentar a cama suarenta.
Como eu não acompanho futebol, muito menos o parmeira, tô nem ai, hahaha.
ResponderExcluirEntra no msn, sua sumida!
ResponderExcluirseu viado
ResponderExcluirnem contou sobre nosso causo de carnaval
entrar de graça no cinema vale 1 post mensal, devido à tamanha fodacidade da situação
enfim
é isso aí.