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Mostrando postagens de abril, 2009

I muratori di ogni donna

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DEDICATÓRIA Dedico minha tese ao homem que me mostrou o caminho do sucesso e da felicidade. Obrigada! JUSTIFICATIVA Ontem, dia do jogo Palmeiras vs Colo-colo pela Taça Libertadores da América, vesti minha camisa marca-texto e desfilei pela cidade, tornando-a mais luminosa e bonita. A alguns passos de distância de mim, um pedreiro disse a seu colega: — O Palmeiras é o melhor time do Brasil. Fiquei impressionada. Era uma baita coincidência do destino encontrar um amigo palmeirense para dividir minha aflição a respeito do jogo – tínhamos a obrigação de ganhar para conseguir passar para a segunda fase. Eu quase esbocei um sorriso de cumplicidade e simpatia, não fosse seu colega, que, por acaso, não havia notado minha aproximação, responder: — Nem tanto, tá meio mal das pernas. Desgraçado, fdp, corinthiano! Fechei a cara e, por pouco, não mijei na marmita deles. Moral da história: eu amo pedreiros (mas nem todos). Após esse episódio, resolvi pegar a pena e debruçar-me no ...

Umidificaçãozinha do dia

Mais uma ótima indicação da Vanessa. Vejam inteiro, vale a pena, é muito engraçado. Só to triste de não poder votar no Nei Paraíba. Nesse caso, vou fazer uma boca de urna: Lenny (a substituto fajuto do Gustavo Xerifão)!

Séries não tão pop – parte I

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Nunca imaginei que um dia eu escreveria um post sobre séries, porque, na minha cabeça, havia um grande preconceito contra fãs de séries. Por que centenas de pessoas ficariam horas online esperando a liberação da próxima temporada de uma série? Mas tudo mudou quando nesses dias resolvi locar a segunda temporada de “The Office”. Vi-me tão ansiosa em a assistir toda de uma vez que precisei reconsiderar esse meu julgamento. E então fui puxando a memória e percebi que não há como ter uma infância e uma adolescência feliz sem qualquer vestígio de séries americanas. Não estou dizendo que elas são necessárias para sermos felizes, só que é perfeitamente comum convivermos com elas e termos bons momentos. Eu era uma inimiga declarada de séries. Afinal, nunca tive TV a cabo e a Internet ADSL, que adquiri há menos de dois anos, me trouxe como único avanço poder consultar meus e-mails na hora em que eu quiser – antes precisava esperar até meia noite para conectar. Só que nem assim eu estava totalm...

Qualche piccolino pensiero

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Parquinhos me apavoram, pois me lembram pedofilia e assassinatos macabros. Sempre que passo por um, fecho os olhos e deseja que não haja mais ninguém para me pegar no flagra – seja testemunhando minha fraqueza ou a transformando em realidade. Hoje, quando eu cruzava aquele círculo de areia satânico, havia uma velha sentada na mureta. Trocamos olhares desconfiados por cinco segundos. Percebi que ela mexia bem devagar a mão em direção à sua bolsinha-de-velha. Mais do que veloz, atirei-me atrás de uma caçamba de lixo. Por um triz não viro mistura do RU. Velhinhas com lencinho de seda e broche no pescoço estão na mesma categoria de parquinhos. Juntando os dois, só pode se esperar um resultado: merda. ** Velhinhas japonesas, ao contrário, são sempre boas. Chapéu de pescador, calças curtas e sapatilhas. Sim, dulcíssimas. E há um quê a mais. Tenho certeza de que todas elas são capazes de ler a nossa alma. Nesta tarde, ainda atarantada com o incidente no parquinho, uma dessas senhora...