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Il film più triste che abbia mai guardato

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O filme mais triste de todos: "Umberto D.", de Vittorio De Sica. A temática é semelhante ao célebre "Ladrões de Bicicleta" - desespero causado pela falta de dinheiro -, mas, por algum motivo, esse me tocou ainda mais.

Ela está de volta, a famigerada resenha de filme

Há dois anos, comecei a estudar italiano para conhecer a cultura dos meus antepassados. Uma pessoa não é uma ilha, certo? Ela é a soma de vários acontecimentos, e acredito que a origem influencia também de alguma forma. Além do autoconhecimento, eu cria que esse interesse me traria outros bônus, como a possibilidade de conhecer novos autores e músicos. O francês, por exemplo, me surpreendeu muito positivamente com Albert Camus, Jacques Prévert e Edith Piaf, mas o mesmo não ocorreu com o italiano. Eu já conhecia Umberto Ecco e Luigi Pirandelli – da música nem falo nada, detesto o estilo romântico –, só que nem um nem outro estão na lista dos meus favoritos. São bons e só. Agora, o cinema italiano foi uma verdadeira compensação. Conheci nos últimos meses Sergio Leone (“The good, the bad and the ugly”), Fellini (“La dolce vita”, “8 ½”), Bertolucci (“O último tango em Paris”) e, mais recentemente, De Sica. Ainda não vi o mais famoso dele, “Ladrões de bicicleta”, comecei por “Milagre em M...