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Mostrando postagens com o rótulo yoga

Corpo corpo corpo corpo corpo corpo corpo porco porco porco

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Testando, testando. asdfg asdfg asdfg. Tem alguém na linha? Oi! Hoje vou fazer um post mais pessoal (o que não é muito a regra deste blog, e nem pretendo que seja, mas o assunto exige uma honestidade completa), então puxa uma cadeira, chega aqui pertinho e finge que minha vida te interessa. Vai que, no fim das contas, algo da minha experiência tem a ver com a coisa que tá te grilando no momento. Por exemplo, você já digitou no Google “dieta sem sofrimento”, “exercícios para afinar cintura”, “dicas para emagrecer rápido” ou similares? Meu histórico virtual denuncia tudo isso. Os amigos se irritam quando conto para eles, mandam eu largar de ser besta e olhar no espelho, porque eu sou magra. Sim, sou magra, mas a custo de autocontrole alimentar e exercícios, não aquele tipo naturalmente magra que come de tudo (odeio as modelos que dizem isso em entrevistas, não pode ser verdade!). E, como mulher comum, vivo o drama diário de, se der uma descuidada, a calça já aperta. Daí corro para o...

Agostiniana: começar do zero o tempo todo

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O que passou não existe mais, nem mesmo o minuto antes deste. Tudo morto, delegado a um lugar que não sabemos qual é, talvez até um não-lugar. O passado não é nada. Já foi um dia presente, mas, tendo-se tornado antigo, concretizando-se, acabou, torna-se irrecuperável. O mais próximo que se pode chegar dele é lembrando-se, mas a memória se dá no presente, não consegue resgatar o mesmo tempo que se foi, e mesmo a experiência rememorada não é igual à original, pois selecionamos fatos, resignificamos. Tudo morto, repito. Por que diabos, então, nos apegamos tanto ao ido? A resposta que me parece mais óbvia é que tratamos o passado como algo concreto, mesmo não sendo, porque é isso que nos dá substância, coerência quando nos perguntamos quem somos. Em geral respondemos: me nomeram X, nasci há n anos, vivi em tal lugar, estudei uma gama de temas, gastei horas ouvindo essa e aquela banda. Tudo coisas do passado. Mesmo o uso de verbos no presente, como "eu gosto disso", não par...

Caminhão de mudança

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Vamos supor que você precise mudar hoje. De que tamanho seria sua mudança? Uma mochila? Algumas malas de rodinhas? Um caminhão? Quando defini, há dez minutos, que este post seria sobre mudança, pensei em mudança no sentido de “transformação, alteração de estado”, e não de “troca de residência” como sugere o parágrafo acima. Mas as duas coisas vieram juntas no meu raciocínio caótico. Mantive a bagunça: achei que vinha a calhar nesta ocasião. Pergunto novamente, desta vez optando pelo outro sentido da palavra. Você já quis mudar radicalmente? Se sim, como resolveu isso? Foi ao shopping? A uma agência de turismo? Ao psiquiatra? É possível mudar sem carregar consigo uma pilha de tranqueiras? Afinal, dá para se livrar da vida velha e indesejável? Só para começar, pense na família – é um caminhão de mudança que vai te seguir para a vida toda. (E isso não é necessariamente ruim. As raízes nos prendem ao chão, com suas vantagens e desvantagens. Desvantagem: permanecer no mesmo lugar....