As mentiras que eu conto (parte I)
Um post de volta ao velho formato: fragmentado e esquizofrênico. ** Falando em esquizofrenia, devo estar com um sério distúrbio, porque eu ri de uma piada do professor Mário. Foi assim. Ele havia entregado as provas de Ética e Legislação do Jornalismo. Alguém pergunta: — Professor, pode fazer em dupla? — Sim, mas só quem for esquizofrênico. Heh, eu devo ter rido de nervoso. Só pode. ** A caçada ao Vampiro de Curitiba chega ao final. Outro dia, conheci pessoalmente Dalton Trevisan. Essa é a melhor história da minha vida, então eu preciso contá-la direito. Vou tentar. ** Me bate, me chama de Ritinha Ritinha saía do colégio. A saiazinha de colegial dançava enquanto a dona cochichava com as amigas. De longe as espiava. Notaram: jovem e bonito. Riam, tentando abafar a boca com as mãos. Percebeu. Aquele som chamava. O pares de coxas roliças suplicavam por uma mão forte entre elas. — Oi, garotas. Conhecem alguma lanchonete por perto? — Tem uma logo ali, moço – respo...